~~ Revelações da Menina Má ~~


29/03/2007


Doll Parts

Puxa, eu havia esquecido de citar essa música! Foi a música que talvez mais tenha ouvido, junto de Can´t Not da ALanis, após toda essa situação. É a música que sempre q ouço, o fantasma "me sopra aos ouvidos coisas que nem quero saber"..rssss

Partes De Boneca

Eu sou os olhos de boneca
Boca de boneca, pernas de boneca
Sou os braços de boneca
Grandes veias, cachorro suplicando

Sim, elas realmente te querem
Elas realmente te querem, elas realmente querem
Sim, elas realmente te querem
Eles raalmente te querem, mas eu também quero

Eu quero ser a garota com o maior pedaço do bolo
Eu o amo tanto, que simplesmente se transforma em ódio
Eu finjo tão bem, Sou além do fingimento
E algum dia você vai sofrer como eu sofro

Eu sou partes de boneca
Pele ruim, coração de boneca
Esperando por uma apunhalada
Pelo resto da minha vida

Sim, elas realmente te querem
Elas realmente te querem, elas realmente querem
Sim, elas realmente te querem
Eles raalmente te querem, mas eu também quero

Eu quero ser a garota com o maior pedaço do bolo
Ele só ama esse tipo de coisas porque ele adora vê-las quebrando
Eu finjo tão bem, Sou além do fingimento
E algum dia você vai sofrer como eu sofro

Algum dia você vai sofrer como eu sofro

C. Love

* Curioso quando se admite coisas, elas se esvanescem. Mais curioso ainda é que, depois de se expor um assunto, de comentar, relembrar, dissecar ainda que resumidamente, ele se torna pequeno, bobo, vai perdendo dimensão. Confessar o inconfessável faz bem à saúde mental! Eu recomendo.



**Esse tipo de exposição é diferente da que eu comentei abaixo. O q eu disse naquele post é sobre VITRINE DE VAIDADES. Ou seja, quando alguém expõe sua vida, seus gostos (e às vezes exagera, aumenta, acrescenta coisas das quais nem domina direito, enfim) com o próposito de ser visto por alguém, causar inveja oua dmiração, parecer mais bonito, mais inteligente, mais sexy, mais descolado, MAIS alguma coisa do que realmente se é. Quando quer mostrar pros outros que sabe, que conhece, que faz. Ou seja, o próposito é se exibir na vitrine, para se sentir algo que realmente não se é. A exposição aqui de coisas pessoais, tem mais a ver com desabafo, com pôr pra fora, falar francamente e despir as máscaras, para MIM MESMA. É terapêutico, não exibicionista.
Quando você se dá conta de que isso é uma ilusão e perda de tempo, a cabeça fica até melhor. ;-)

Escrito por Pin Up*Rê às 22h55
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27/03/2007


Flinch - Parte 1

Esse assunto eu já vinha pensando em escrever há tempos. Nessa semana ainda eu decidi que escreveria sobre isso, da mesma forma que venho escrevendo até então: sem criar textos, sem dissertar, sem revisar, deixar fluir da menria que vier. Mas até então, era apenas um tema sobre o qual eu gostaria de escrever algum dia que a preguiça deixasse e a inspiração viesse.

Hoje, o destino armou para que eu vivenciasse alguns poucos minutos de flinch (como chamo intimamente essas situações) e eu decidi que hoje eu iria escrever. Dessa vez com clima especial: sozinha, porta fechada, luz apagada, ventinho no rosto. O tema merece o clima e um cuidado especial: muito do que viria a ser minha vida amorosa e minha maneira de ser, de ver a mim mesma e a vida começou daí. Sim, um verdadeiro marco.

Antes quero explicar o que é flinch para mim. Vem de uma música da Alanis onde ela, ao mesmo tempo, narra um acontecimento que deveria ser encarado como banal e pensa consigo mesma como esse acontecimento afeta tanto a ela. O porquê disto? Um ex. Um ex que provoca arrepios, calafrios, que faz com que ela hesite e recue à simples menção de seu nome. Uma vez uma menina disse que no fundo o que essa música transmitia era a sensação de MEDO. Talvez ela tenha razão. É medo o que esse ex causa. É embaraço, é não saber o que fazer nem que reação ter. É não ter reação. É querer ver e não ver. Querer olhar no olho, encarar e, ao mesmo tempo, sair correndo. Não é aquele medo instintivo, que sentimos frente a um perigo. Ele não é periogoso. Na realidade é um medo de encarar a situação (no caso o melhor símbolo e a melhor link para o passado e todo os entimento que envolveu é o rapaz), de olhar de frente pra ela e se sentir um pintinho, e sentir aquela mágoa esquecida, aquela sensação de "pensei que nunca mais te veria" e ver.

É extremamente perfeito como tudo se encaixa entre minha vida e a música. também tem uma década que tudo começou. E, em determinada ocasião minha raiva era tão grande q eu julgava sentir desprezo por ele. O esqueci, sim, não resta nenhum tipo de amor, paixão ou afeição, nenhuma possibilidade de retorno ou atração, nada de bom que eu possa lembrar ou sirva para perdoar. Mas desprezo eu confesso que nunca senti. Nem ele. Com desprezamos alguém q sempre q passamos por determinados lugares pensamos em encontrar? O problema é q eu nunca quis olhar para cara dele. Todas as vezes q eu quis q ele estivesse no mesmo ambiente que eu, era para que ele me visse, visse como eu estava bem, madura, crescida e bonita, principalmente bonita. Sim, porque tudo começou numa época de pré-adolescência, onde eu estava descobrindo os meninos e eles me descobrindo. Uma época onde eu era bastante feia de rosto, cheia de espinhas ao ponto de ser apelidada de Chokito. E não satisfeita, cortei eu mesma, na altura do queixo, um cabelo que batia no bumbum e que ficou armado, o que resultou num apelido colocado pelo falecido de "capacete", além de outros como "bozo" e "jedi". O melhor apelido dessa época, foi carinhosamente (mesmo) colocado por um tio e era "globeleza". Fazia sentido. Eu parecia muito mais mulata (pelo cabelo bem crespo e porque era mais morena) e tinha um corpão para a minha idade, principalmente a bunda grande. Chegaram a levar a fita métrica para a escola para medir meu bumbum. Uma amiga chegou a me dizer que queria termeu corpo. Ao contrário do que possa parecer, foi uma época feliz, até. Estava na sexta-série, gostava de shorts e saias micro, pagode e axé - que dançava como ninguém - meu visual era tchutchuca. EU tinha 12 anos. Também era uma menina popular, todo mundo gostava de mim e eu falava com todo mundo, incomodava as aulas por ficar batendo papo, ria e cantava alto, essas coisas. Mas minha auto-estima não era das maiores...Eu chorava por causa dos vulcões no rosto e do cabelo horrível. Chamava a atenção mais pelo corpo e a partir de determinado momento, passei  só andar de calça jeans e blusa. Uma coega de classe chegou a dizer: mostra esse corpo. Não. CHegeui a dizer que queria ser gorda para que não me incomodassem os olhares na rua e a sensação de que eu era uma "raimunda" (como ouvi comentários). Eu, nessa época, tinha a idéia inocente de que roupas curtas era sinônimo e independencia, poder, q estava virando mulher. Eu acreditava que ser mulher era isso. Com as consequências,e também porque os rapazes que se aproximavam de mim não correspondiam ao meu idealismo romântico, comecei a achar q era melhor eu ser uma garota bacana do que ser uma garota boa pra ir pra cama.

Tudo isso tem a ver com o assunto, porque este falecido sempre foi o carinha que gostava de zoar. Sacanear memso os outros com apelidinhos, rindo, gritando, fazendo brincadeiras e piadas sem graça. Como eu acabei me apaixnando por ele, sentia que deveria agradar a ele. Quantas vezes não fiquei ouvindo àquela música do Herbert Vianna, "Me Liga", e pensando nele.

Na realidade não foi um amor não correspndido, não. EU não sei o que foi, na verdade, eu tenho mil teorias, mas elas acabam falhando em algum ponto e nunca chego a uma conclusão de fato. Começou com um mal entendido. Na quinta-série, eu gostei de um menino, conhecido como Romarinho e ele andava muito com o falecido Lúcio e os outros. Sempre tímida e romântica, eu ficava o tempo inteiro olhando para ele, suspirando. Até que um dia o Lúcio, convencido e pretensioso, solta essa: "acho que essa garota é apaixonada por mim, não para de me olhar". Como eu nunca responderia: "não é para você que eu estou olhando, mas para o Romarinho", eu fiquei quieta e fiz cara de nojo pra ele. A partir daí, ele ficou convito de que eu gostava mesmo dele.

Escrito por Pin Up*Rê às 03h54
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I have bent for you and depressed for you - Parte 2

E, não sei porque motivo, acabei gostando mesmo, mas só no ano seguinte. Dentre tudo o que aconteceu em 1997, o fato que eu m lembro ter sido decisivo para desencandear tudo foi uma excursão ao Pão-de-Açúcar que nós fizemos. Pensando bem, o motivo para eu ter gostado dele foi obviamente o fato dele se aproximar de mim demonstrando interesse, mas um interesse não-explícito. Com a auto-estima que tinha e o romantismo, que até hoje tem resquícios como por exemplo sonhar que alguém do nada vai se apaixonar perdidamente por mim, ter ele próximo de mim, logo ele que esnobava e fazia gracinhas, era algo para me fazer sentir importante.

Com isso, voltemos a Agosto de 1997. Na fila pro almoço,ele fez questão de se apoiar no meu braço e ficar bem pertinho, isso começou a gerar esperanças em mim. Depois, no Pão, nada..ele para um lado e eu para o outro, mas sempre torcendo que ele viesse atrás de mim. No ônibus, na volta, o momento decisivo: ele senta do meu lado e tenta o tempo inteiro me beijar. Tentou até roubar um beijo. Como seria meu primeiro beijo, e todas aquelas pessoas comentando, rindo, torcendo, zoando, e ainda seria meu primeiro beijo, e um sonho se realizando, e ainda meu primeiro beijo, eu só conseguia dizer: NÃO SEI. E não consegui beijar a boca com uma fina penugem, mais conhecida como bigodinho de porteiro. Não deu. E ele tentou. Do Pão-de-Áçúcar até Campo Grande, ele tentou.

Não dando em nada, ele ainda tentou outras vezes. Nas Olimpíadas do colégio, ficávamos juntos o tempo todo, abraçados. Todos na escola pensávamos que éramos namorados, e ele nãod esmentia. Eu ficava feliz, mas não beijava. E muitas vezes nem abraçava, de tão envergonhada que me sentia e e um profundo medo interior de me entregar e ser rejeitada - estamos falando do Lúcio, não se pode esquecer. E se tdo não passasse d uma piada? É, eu pensava nisso. Até que ele desisti. Ficou com raiva e desistiu. Não quis mais me ver pintada de ouro. E eu corria atrás, às vezes não voltava pra casa para ir no bairro dele, muitas vezes convenci minha amiga na época, Ana Paula, a ir comigo. Inventava desculpas para ir na loja da mãe do Fernando, para tentar vê-lo, ficava horas conversando lá, tentando descobrir onde ele estava, passeando pelas redondezas. Uma vez eu acreditei que ele estivesse com raiva de mim e, toda preocupada, fui até lá para conversar com ele, pedir desculpas, enfim, pense que ele estivesse mal comofez parecer para mim. Cheguei lá e o Lúcio? Se escondeu na casa de um amigo. E eu o vi, mas ele nõ sabe. E na casa dele, e na casa do amigo a mesma desculpa: o Lúcio saiu. Depois de algum tempo, eu que desisti.

Está me ocorrendo dele ter me humilhado na frente de todo mundo com algo como quem diz "isso daí eu não quero mais não", mas não me lembro bem do ocorrido. Teve também o dia em que uma menina bem mais velha estava subindoa s escadas e ele, que estava sentdo de mãos dadas comigo, foi atrás e se ficou tentando olhar por debaixo da saia dela. Eu fingi que nem liguei. Uma corna mansa em potencial. É isso que se deve esperar de meninos na fase de ebulição hormonal, 14 anos, se metendo com menininhas que não dão nem beijo selinho na boca.

Uma pausa, porque me lembrei da música Awful, da Courtney Love. Muitos versos bacanas que me lembram eu mesma e quero colocá-los aqui:

"É a sua vida, é a sua festa, é tão terrível"

"Eles sabem como romper todas as garotas como você
E eles roubam as almas de garotas como você
E eles quebram os corações das garotas"

"Ele é tão profundo como água suja
Deus, ele é terrível
Você está perdida, oh, onde está seu papai? Isso é terrível"

"E a realeza avalia todas as garotas como você
E eles vendem isso para outras garotas como você
Para incorporar pequenas garotas" -
Bem o que eu acreditava mesmo

Nesse ano, foi a primeira vez que sentei e escrevi para desabafar.

Escrito por Pin Up*Rê às 03h54
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Why do I try to love you? When you really don´t want me to? Parte 3

Passado o ano, ele começou a namorar uma menina mais nova, da escola e das redondezas. Ele tinha uma grande atenção com ela, sempre voltavam juntos para casa. Eu morria de ciúme, jamais poderia aceitar que ele desse tanta atenção para aquela menina do que tinha dado para mim, que me doava tanto, que gostava tanto dele e aceitava todas as humilhações e presepadas.

Ele estava namorando. E eu descobri que a tal menina, Vanessa, era conhecida como "varejo", "varejeira" lá onde eles moravam. SIm, porque ela saía com qualquer um e com todos. Aproveitei essa situação e começou a série: implicâncias da invejosa com dor de cotovelo. Mas pra mim, na época, era vingança mesmo. O resumo é que a garota ficou conhecida como Paquita Erótica e, durante muito tempo, a gente só se referiu a ela como "Paquita" mesmo. Mas o apelido NÃO era injusto de forma alguma. Ela me via na rua, alguns anos depois disso, e me olhava com um certo ar de desprezo, curiosidade e receio. Rs.

Passaram-se alguns meses e ele voltou a atacar. Eu, imaginando sempre se tratar da minha ama gêmea, achando que jamais amaria outro cara como ele mesmo que qusiesse, pensando que era meu destino estar para sempre ligada emocionalmente à ele e duas lembranças, fiquei extremamente feliz com a novidade. Acreditei que seria para valer, que ele me amava de verdade, que estava pronto, que seríamos felizes. Ledo engano. A realidade foi que ele só tentou me comer.

Bem, nessa fase nós já beijávamos na boca, e na realidade eu nem lembro de nada dessa época a não ser duas coisas: uma, ele me levou para andar de cavalo no campo atrás do Cael. Cavalos sempre foram a paixão dele, coisa de comprar até revista sobre o assunto, e ele sempre montou e teve cavalo. Nesse dia ele quis me levar para andar, e eu andei, cheia de medo mas andei. Foi uma tarde nublada mas bem tranquila, boa. A segunda lembrança é algo que lembro om amargura e arrependimento: foi a primeira vez que deixei com ele (eele foi a primeira pessoa) me tocasse intimamente. O qu digo com esse "intimamente" não chega a ser masturbação, porque isso eu não deixei ele fazer de jeito nenhum. O que aconetceu é que, depois da aula, nós fomos para uma sala vazia. Eu e ele em uma, Ana Paula e Renato (que na época era amor da vida dela), para outra. Deixei Lúcio me tocar, levantar minha blusa, beijar meus seios e rçar em mim. Ele fez de tudo para "beijar a minha barriga", mas eu não deixei de maneira nenhuma. Ele insistiu tanto que eu achei até absurdo. Chgeuei a perguntar para um amigo: o que um cara quer quando insiste em beijar nossa barriga? A resposta dele: ou subir ou descer. Entendi tudo ali.

Mais uma tentativa frustrada do senhor Lúcio, e também do senhor Renato, porque nem beijar a Ana Paula quis, talvez pelo mesmo motivo que eu um ano antes, e saímos da sala e foi péssimo. Ele não quis nem flar comigo, nem me olhar...foi embora puto, me deixando ali. Fiquei extremamente frustrada e magoada, arrependida. Eu, que na época afirmava que a minha primeira vez teria que ser com ele - e só ele. Até mesmo o Renato criticou o rapaz. Era comum que as pessoas criticassem o Lúcio para mim. "Ele é criança", "Ele é bobo", "Ele fala pelas costas", "Ele inventa", "Ele é egoísta", "Ele não pensa nos outros", "Ele não dá valor". Eu perdoava, afinal, se tratava de um aquariano, é claro. E também tinha a esperança que pdoeria mudá-lo, quando ele me desse uma chance. O amor e a dedicação mudariam tudo. Ledo engano.

Depois dessa frustração toda, a redenção. Comecei a sair mais, conhecer rapazes. Na verdade, nesse ano depois do Lucio eu só beijei 3. Ah sim, ele não foi meu primeiro beijo. Meu primeiro beijo foi na praia de Barra de Guaratiba, com um rapaz 10 anos mais velho que não me desrespeitou em nenhum momento, depois de passarmos a tarde TODA conversando e ele ter tido toda a paciência do mundo comigo, porque eu contei que era meu primeir beijo e eu estava isnegura e envergonhada. Um apaz que chegou a me ligar e querer falar com minha mãe. Não deixei e ele nunca mais ligou.

Depois do Lúcio, cheguei a namorar o Renato, conheci a mãe dele e tudo. Pensando em hoje, talvez por ser virginiano també, sei lá, ele me lembra o Rafael em muitos aspectos, principalmente no ínicio do namoro. Não foi justo o que fiz com ele. Ele vinha na minha casa sempre, direitinho, até no natal. Mas só funcionou uma semana. Nas outras eu comecei a fugir e não querer mais vê-lo, até que eu terminei depois de um mês de namoro, ele chorou e tudo. Mas não havia volta, eu já tinha inventado que estava na casa da minha tia, mesmo estando em casa, e nessa mesma semana, traído ele com o cara com quem fiquei 1 ano e 5 meses de namoro, o Anderson. Uma gracinha ele, lembrava o Tom Cruise na época 9alguns traços). Ele que me fez esquecer o Lúcio.

E o Lúcio não aguentou me ver com ele. Não acredito que tenha sofrido não, mas teve seu ego seriamente ferido e abalado. A primeira vez que Lucio o viu foi na formatura da oitava série e eu vi na cara dele o choque. No ano seguinte, depois de alguns meses, ele começou a ficar falando gracinhas para mim, mas eu não olhava para a cara dele. Até que, por diversos motivos, o namoro com o Anderson foi esfriando a tal ponto que eu deixei de gostar dele. Ao ponto de sentir repulsa quando ele, uma semna depois da gente ter terminado oficialmente, tentou me beijar para voltarmos. Não adiantava, eu havia traído ele com o Lúcio. O que, na verdade, não foi uma traição. Como sempre terminávamos muitas vezes, nessa ocaião em espeical eu já não queria mais, não gostava mais dele e procurava uma deixa para terminar. Até que tivemos uma briga por telefone e terminamos ali. No outro dia, dei uma chance pro Lúcio. Conversamos, ele se declarou pra mim, disse que sempre tinha gostado de mim. No outro dia, terminei oficialmente com o Anderson.

Escrito por Pin Up*Rê às 03h52
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What goes around never comes around to you - Parte 4

Dessa vez o caso foi mais sério, foi um namoro e fato. Não me lembro quanto tempo ficamos juntos, mas ele realmente parecia gostar de mim. Vinha de bicicleta até a minha casa, ou melhor, a esquina dela todo final de semana e ficávamos juntos aqui mesmo no bairro. Ele conversava comgo, contava sobre sua vida, sua mãe, suas decepções com o pai, seu padrasto, suas mediunidades. Éramos amigos e parceiros. Na escola, não ficávamos agarrados, mas ele sempre vinha me ver. Num dia, em especial, ele me ligou. EU me lembro da minha reação "O LÚCIO?!", respondi bem alto quando ele se identificou. Nesse dia acho q ele não tinha vindo aqui, sei lá. Nosso namoro era isntável, sem nada combinado, nem regras e ne cobranças. Ele me ligou e chamou para eu ir para a festa junina que estava tendo no Cael. Eu, como um cãozinho, na mesma hora fui, sozinha mesmo e de noite. Nem vir me buscar ele veio. Saímos da festa, fomos para aquele campo. Nesse dia foi a primeira vez que fiz sexo oral nele. Não foi bom, eu não sabia fazer e ele não tinha nenhuma reação. O que aconteceu depois? Estava na hora de eu ir embora. Ele me deu um vale-transporte, não me levou nem no ponto.

 Acho que uma semana, ou algum tempo depois, ele me chamou para ir na casa dele. Nada disso que você pode esar pensando, ou talvez eu não interpretei assim no dia. Ele não estava sozinho, estava a família toda dele lá, era aniversário da mãe dele. Muito forró, muita gente dançando, bebendo,se divertindo. Fui apresentada como namorada. Acabei subindo e ficamos no andard e cima, sentdo na rede. Em determinado momento ele deve ter se excitado e fomos pro quarto. Hoje, eu penso que fiz papel de biscate, ou sei lá o que mais podia parecer para quem estava de fora. Para mim, era uma criança maravilhada. Um sonho se realizando. Era ele dizer faça isso, eu fazia. Tudo para agradá-lo, para que ele me aceitasse, me amasse. Para ser quem ele queria. Era  tudo um sonho q eu queria aproveitar ao máximo, mas sempre em silêncio. Fomos para o quarto. Fizemos sexo e foi tão ruim quanto da outra vez. Essa era a primeira vez, e única, que fazíamos sexo de fato. Enquanto com o Anderson nós gozávamos juntos, e já chegamos a fazer 9 vezes numa mesma noite, o Lúcio permanecia estático, sem esboçar nenhuma emoçao, deitado frigidamente, enquanto eu rebolava...até que a gente aprou, e eu não sei se ele gozou ou se cansou. Eu, não curti nada. Em determinado momento a mãe dele até bateu a porta, já sabendo o que estava acontecendo. Não imaginei na época o tamanho da falta de respeito e educação, era ingenuamente um fantoche. O padrasto dele veio com ele me deixar em casa de carro. Depois disso nosso relacionamento só esfriou e esfriou...

Desde então, já fui bastnte difamada. Na época em que andamos de cavalo, ele chegou a dizer que eu tinha levantado a saia pra ele, que tinhamos até transado - e eu era virgem. Depis, na época do nosso "namoro sério" toda a vizinhança dele ficou sabendo que eu era uma biscate. Meus amigos - Felipe, Cyro e Raphael - me contaram as barbaridades que ele, mais a mãe do Fernando e  muitas vezes, o próprio Fernando - que era como um irmão para mim na época - diziam a meu respeito. As verdades espalhadas e mentiras, as piadas infames. O Cyro, queera bastante apaixnado por mim, chegou a discutir com o Fernando. Sempre achou o Lúcio um escroto nojento

O Raphael, que foi meu namorado, chegou a ouvir a pérola da mãe do Fernando: Lavou tá novo. O Felipe, e mais deus e o mundo, ficou sabendo do que fizemos e não fizemos, que ele contava se achando o comedor de criancinhas. Chegou ao ponto de um dia, eu e Cyro irmos na casa do Fernando  encontrar com ele para rmos numa festa no Luso onde eles cobririam para um site, e a avó dele ter dito: ele não está. Decidimos esperar, estava chovendo e ela disse, toda sem graça: a mãe dele disse que não quer ela aqui. De uma hora para outra porque, até então, ela conversava comigo e se fazia de amiga. Procurei o Fernando para saber sobre isso e ele não me disse nada, fingiu que não tinha entendido e não sabia do que se tratava. A mãe dele e a irmã não olhavam mais para minha cara, assim como passei a não falar mais com ele também. Hoje em dia, só oi e tchau e se for inevitável.

E tudo isso acabou assim, mas ele nunca saiu realmente da minha vida. Tanto eu quanto ele saímos do Cael para estudarmos em outras escolas poré, casualmente nos vimos uma ou duas vezes. De vez em quando, Moriza e Ana Paula encontravam com ele por aí e me mandavam notícias. Ele namorou um bom temp uma menina e eu recebi isso com amargura. O Lúcio pra mim, desde então e até hoje, é uma pessoa incapaz de amar. E talvez eu esteja certa. Ele ficou bastante tempo com essa tal menina, mas terminou. Ironicamente, depois de que já ter conhecido o Rafael, descobri que o Lúcio também estudava onde o Rafael estudava e que eles se conheciam, embora não fossem amigos. Com o Rafael, na praça do São Jorge, vi o Lúcio e uns amigos de carro fzendo merda e paquerando (saberia a namorada dele disso?).

Escrito por Pin Up*Rê às 03h52
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Why do you affect me? Why do you affect me still?? Parte 5

Quando eu estava grávida, ele estava trabalhando como motorista de kombi (depois de já ter passado pelo exército). A Ana Paula namorou um rapaz da mesma garagem que ele - a do Guanabara - e eu sempre ia com ela lá, até ter o desprazer de vê-lo trabalhando ali. Eu, estava no ínicio da gravidez. Ele ficava me olhando e falando alto com os amigos - quem fala alto quer aparecer. Ok. Até o dia em que o ex da Ana Paula, o Vinícius, que trabalhava na linha São Víctor que eu pego, disse para mim "O Lúcio te mandou um beijo". E eu: "Que Lúcio?". "O Lúcio que trabalha aqui". "Não conheço nenhum Lúcio". "Ele disse que te conhece". "Eu não conheço não". Fiquei o dia inteiro me perguntando: para quê isso, meu deus?

Houve também um rápido re-encontro no shopping. EU subindo, ele parado em frente a escada. Ele me viu e foi notável o choque, de novo. É estranho saber que ele não é indiferente a mim, q ele acha graça, q ele observa, q ele se diverte com minha reação de surpresa e indiferença afetada. E, de certa forma, ele sente essa curiosidade em me ver da mesma forma q eu sinto.

O último acaso entre a gente foi o dia em que fui no salão, isso já deve ter uns dois anos, e uma menina muito simpática fez amizade comigo, conversamos muito, até q ela soltou que o namorado dela adorava soltar balão, que morava em Vasconcelos e se chamava Lúcio.  O Lúcio? Que anda de cavalo? Que estudou no Cael? Que trabalha na kombi? "rabalhava,a gora ele montou um mecânica pra ele". OMG!!! Lógico que não contei nossa história e nem que houve uma história, apenas disse que conhecia. Ela, que mora aqui em frente a praça, me disse que ele todo final de semana vinha aqui  . O fato engraçado é que, algumas semanas depois ela me add no orkut, porque temos colegas em comum, e até minha irmã conhece ela. As comunidades eram todas de "amo meu namorado Lúcio", amo isso, amo aquilo. Algum tempo depois, ela ficou solteira, essas comunas sumiram e no lugar delas "as mentiras que os homens contam" com um belo Pinóchio na capa, entre outras comunidades do gênero. Não me surpreendeu.

No fundo, eu sempre esperei que ele pagasse por tudo o que me fez sorer. Que sofresse, que se ferrasse, que desse errado. Que terminasse sozinho. Mas não sei se com ele isso funciona. Ele é narcisista demais para isso. Já sabi disse antes de Alanis gravar a música "Narcissus", que eu costumava imaginar que cantava para ele, é extremamente perfeita para a ele, porque ele é tudo aquilo que diz a letra e mais um pouco. Sem exagero algum.

 

Escrito por Pin Up*Rê às 03h51
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This Grudge That´s Grown Old - Final

E então que hoje, passados 10 anos do ponto inicial, nos cruzamos no corredor do shopping e foi extremamente estranho. Eu não sabia que ele estudava na mesma faculdade que eu, embora já tenha o visto uma vez na praça de alimentação. Algumas vezes, eu fazia questão de passar por ali, sem olhar para o lado, para o caso dele me ver e ver que sem ele eu passo bem demais. Dessa vez eu estava desarmada, despreparada. Apenas passeando, sem muita vontade até e vejo uma antiga colega de classe que de vez em quando encontro mesmo pelos corredores. Eu olhei bem pra ela, mas ela não viu, então olhei para o rapaz ao lado dela e demorei dois segundos para reconhecer. Estava de óculos e parecia um pouco mais velho. Acho que ele notou, porque ele estava me encarando com um meio sorriso de um "oi, sou eu" irônico. Quando eu recnheci eu ainda tive o INSTINTO de cumprimentar. Minha mente interpretou "pessoa conhecida" antes de "Lúcio" e talvez eu tenha feito algum esboço de sorriso e então reconheci, fiquei séria e desviei o olhar. Não consigo encará-lo, não consigo sustentar um olhar dele. Ele me enfrentou. "You look me in the eye directly, you met me". Essa foi a sensação que tive. Ele me achou, ele me pegou desprevenida. E achou graça. Percebi quando tentei apontá-lo para a Débora, olhando para trás. Essa minha ex-colega de classe, Patrícia, estava também olhando para trás e rindo enquanto ele falava alguma coisa. Mais uma piada do Lúcio, que já até ficou dizendo que achava q eu estava dando mole pro irmão dele, anos mais novo que eu e que na época era uma criança, por que eu dei meu Tamagoshi para ele. São coisas tão pequenas, tão irrelevantes, infantis e estúpidas mas que marcam, que deixam rastros na vida adulta, que ficam num cantinho gerando transtornos, distúrbios, mudanças, fugas, doenças. Cruzar com ele daquela forma, ele vindo e eu indo, frente a frente, muito perto, olho no olho, era algo que não fazia parte dos meus planos nunca mais. Acho que não conseguiria jamais conversar com ele, tratá-lo como uma pessoa qualquer. Porque ele não é uma pessoa qualquer, é o cara que foi meu primeiro amor e que estragou isso. Que estragou meus primeiros sonhos, que não me respeitou e tolerou em nenhum minuto, que me usou como quis, que sabia o poder que tinha sobre mim e se aproveitou disso para malsosamente depois me difamar a troco de nada. Talvez para eu deixar de persegui-lo.

Ou porque tudo o q eu eu fazia ele achava que era por causa dele. Ainda quando estávamos no chove-e-nã-molha da época da sala vazia, um amigão meu, Orelha, era goleiro do time de Handeball e o Lúcio jogador, e ele, Orelha, me chamou para ir na Rural ver o jogo deles. Eu achei ótimo sim, porque ficaria mais perto do Lúcio sim, mas em nenhum momento eu fiquei de fato perto dele, ou falando com ele, ou até olhando pra ele. Ele me ignorou completamente nesse dia, fingiu que não me viu, foi como se eu não estvesse ali. Quando, por algum motivo, a gente se aproximava, ele ficava sério. Depois fiquei sabendo que ele andou dizendo que eu ficava no pé dele, vigiando ele, atrás dele, e nem era isso, nunca foi isso. Eu só queria atenção, como uma criança pequena.

Isso tudo parece muito njent visto agora. Sou eu fazendo papel de vítma, que eu acredito que fui, por ingenuidade. Claro que algumas coisas poderiam ter acontecido a meu favor se eu não fosse tão estúpida e se eu pensasse antes de agir. Talvez devesse ter dado o beijo no ônibus. Talvez devesse ter corrido menos atrás dele, ido menos(ou nunca) na vizinhança dele, importunar a mãe do Fernando. Devesse ter tido mais amo-próprio e ter idolatrado menos ele, fantasiado menos, esperado nada. Não devesse ter aceitado ir para aquela sala, nem o maldoso convite da festa junina, muito menos me sujeitado a entrar no quarto dele no aniversário da mãe dele. Devia ter sido menos fácil, menos disponível menos submissa. Ter conversado mais, assumido mais minhas posições, sido eu mesma e ter exigido respeito ou então, tchau tchau. Mas não tinha coragem para esse último. Lúcio era meu sonho de consumo, e dizer tchau tchau só entrou nos meus planos depois de muita cabeçada. Alanis está comigo de novo, quando anta This Grudge. Eu também guardo um rancor há anos, que não sai de mim. Eu posso estar casada, e nem lembrar mais da existência do dito cujo se não passar por nenhum lugar sugestivo (ou seja, a amior parte do tempo), posso ter paquerado, me apaixonado, transado, beijado na boca, e feito outras coisas mais sem que nenhum fantasma me assombrasse. Mas nesses momentos, nos momentos de coincidência amarga onde encontramos pessoas em comum, onde nos encontramos sem querer e nos reconhecemos e nos lembramos e não evitamos ficar surpresos e não somos indiferentes ao encontro casual, passa um sentimento esquisito de vertigem. Meu coração não chega a balançar e eu não chego a tremer, mas fico nervosa como se tivesse ficado nua de repente. Comos e tvesse sido pega de surpresa, agido como uma idiota. São momentos que eu não sei o que fazer, que eu gostaria até que durassem mais para saber quem ele é hoje e para que ele saiba quem eu sou, para tentar decifrá-lo de longe, sem sentimentos devastadores envolvidos, para tentar ainda mudar a idéia que eu tenho dele de pessoa fria, quase cruel, insensível, egoísta e narcisista. Não sei nem se tenho raiva dele hoje. Eu tenho é um profundo rancor, um pesar, uma mágoa. Não consigo olhar para ele sem pensar em tristeza e sem perceber no fundo, que ele sabe que eu fico desconcertada e acha graça nisso.

I want to be big and let go
Of this grudge that's grown old
All this time I've not known
How to rest this bygone
I wanna be soft and resolved
Clean of slate and released
I wanna forgive for the both of us

Escrito por Pin Up*Rê às 02h34
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21/03/2007


Só o que importa. O resto? Passarão. E eu, passarinho.

Dia 20 foi meu niver e minha abstinência de: 1-roupas, 2-batata frita, 3-bolo de chocolate, finalmente foi sanada!

Já a de sexo...

:(

Prazeres a parte, recebi alguns recadinhos FODAS de pessoas igualmente FODAS e quero deixar em destaque aqui (estarão na ordem q eu for pegando):


Suéllen:
feliz niver miga te amo tá .bjs susu


Morbid: (Felipe, Anjo)
Parabens querida...Tudo de bom pra vc!!Que seja um ciclo de muita felicidade, aprendizado e amor....
=:**********


Diego:
Meus parabens Menina Linda!! Queria te dar um abraço pessoalmente, mas só me resta lhe desejar muita paz, felicidade e saúde a distânica!!
Te adoro! Sou teu fã


Deborah...:
Ô Renataaaaaaaaa eu vou "cume" o seu bolo... ah ha... uh hu!!!
rs......

Migaaaaaaaa linda, felixxxxxx niver p/ vc! Que Deus te abençoe infinitamente, te cobrindo de mts bençãos e iluminando seus passos por onde quer que vc vá!

Parabéns p/ a mais nova aeromoça do 14 Bis....kkk
Bem vinda à bordo! Caminhemos juntas rumo ao dia em q sentaremos nas nossas cadeirinha de balançooooooo...hauhauhaua


L.: (Aislan)
feliz niver amiga
q esse data lhe traga experiencia e sabedoria q vc continua sendo essa ser pensante e essa super mae t vc e
e q curte o show da bandinha q vai tocar no seu niver rsrsrrsrssr


Van:
Renataaaaaaaaaaaaa Ingrataaaaaaaaaa!!!!
Parabéns Rê, td de bom pra vc hj e sempre. Que vc possa alcançar tds os seus objetivos e q na sua vida só existam coisas boas.
Mta sorte, saúde e mto sucesso pq vc merece!
Saudades


Magda:
=O É niver da RêÊêêêêêêêêêêêêêê!!!
Uhuuu!
Ai... sou muito péssima pra escrever msgs de niver...
mas enfim... te desejo tudo de bom e etc,,, pq vc é daqueles seres humanos que merecem estar aqui!!
Que vc continue evoluindo e ajudando no progresso de outras almas!!
Bjins
Bjão


Dani ♥:
Feliz Aniversário, Rê!
Que vc continue sendo assim inteligente e simpatica sempre!


F.e.®.n.A.n.D.Ø:
Hey Up There.....

Passei Pra Te Desejar Parabéns. Dentre os milhões de Pessoas do orkut e os milhares da Comunidade Alanis, É muito Bom Ter te conhecido!

Tudo de Bom Pra Ti + Teu Esposo + Pequena Alanis [cantora de Clara e Ana - Primeiro Single!] = Família!

PaRaBÉnsS!!! PaRaBÉnsS!!!


#rafael carneiro:
oi meu amor!!!parabéns e tudo de bom na sua vida..te amoo.


Josete:
Oi Renata, tudo bem? Melhoraram? Tudo de bom pra vc. feliz aniversário,comemore sempre a vida, vale a pena. Beijos.


jerceí:
e aí menina, fiquei sabendo de seu aniversario mas estava trabalhando...
mesmo assim um feliz 2007 para vc e sua família!!!
q vc continue sendo essa pessoa sincera, inteligente e espontanea...
valeu felicidades e sucesso neste ano q se inicia!!!!
a idade chega mas nao se preocupe faça como mario lago q dizia " fiz um acordo com de coexistencia pacifica com o tempo: nem ele me persegue, nem eu fujo dele.Um dia a gente se encontra"


Raphael Rosado,:
parabens!!!! e parabens ...ah, e não esqueca parabens....


e um feliz aniversario!!! são os votos do mejor amigo , hohohoho

**ESSE ENTRA POR ÚLTIMO PQ É UM MALÃO**

Escrito por Pin Up*Rê às 17h39
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I am mine


Pensando no Orkut.

Uma amiga minha, que não é você, Débora, costuma dizer que não devemos fazer das nossas vidas uma vitrine de vaidades. Essa expressão "vitrine de vaidades" pra mim é a que melhor define toda essa nossa geração de mundo vigiado, de falta de privacidade, voyeurismo, big brothers, orkuts, câmeras digitais.
Martha Medeiros escreveu nesse domingo algo que faço coro. Pena n estar com minha Revista por aqui para trasncrever fielmente. Mas é algo que tbém tem a ver com um post meu q tá por aí: como é desgastante esses tempos onde todo mundo fuça sua vida, sabe o que vc gosta e o que vc não gosta, por onde vc anda, com quem fala, o que vc pensa. Q ficam o tempo todo tentando adivinhar os seus pensamentos, suas atitudes, seus sonhos e desejos.
São tempos onde a gente não tem mais a possibilidade de sermos anônimos. Solidão virou doença. Ser uma pessoa quieta e calada não é mais respeitável e sim visto com desconfiança, como se fosse algo até patológico. Precisamos estar o tempo todo rodeado de gente, por dentro de tudo, sendo vigiado por todos. Assim como a Martha, eu tbém quero respirar um pouquinho, sair dos holofotes, ser só eu e q isso não seja da conta de ninguém!

E aí que entra o Orkut. O Orkut é o maior veículo de exposição de anônimos, que acreditam que ser visto, conhecido e até acompanhado é glamourozo. Os Orkuts, You Tubes, My Spaces da vida, são as verdadeiras vitrines de vaidades. É lá que a gente coloca as melhores fotos, ou fotos pra mostrar lugares e acontecimentos bacanas, pessoas importantes, e até objetos. Gente querendo mostrar roupa, celular, maquiagem, pose. Sim, eu tbém me incluo nesse hall.
Hoje em dia a gente pensa até em tirar uma foto especialmente pro orkut. Aquela q será nosso cartão de visitas. Q despertará admiração, graça, inveja. Que atrairá pessoas a nosso profile, conhecer nosso mundinho.
Lá, a gente amacia nosso ego de popularidade contabilizando nossos fãs. Se sente lisonjeado com os depoimentos melosos, românticos, maravilhados de quem nos ama e quer q todos saibam disso. Tanto que a gente mendiga depoimento. Um pouco para termos a mensagem da pessoa querida guardada pra sempre, um pouco para q nós tenhamos a certeza de q somos queridos mesmo por aquela pessoa e ainda, para q os outros vejam q somos queridos por alguém(ns).
No Orkut, a gente escolhe comunidades q quer q todos saibam q a gente se identifica. Algo q a gente gosta, q a gente fez, q a gente quer, q a gente pensa, q n pode deixar de estar ali. Muitas vezes a comunidade não está ali pq vc quer conhecer pessoas com aquela visão de mundo ou debater o assunto. É apenas enfeite para incrementar o perfil.
E ainda podemos colocar os vídeos, pessoais ou não, mostrar um pouquinho nosso mundo e o q a gente ouve e gosta. Um orgasmo para indies de plantão q querem mostrar como são ímpares, e tbém para pessoas q querem se mostrar engajadas, conscientes, loucas. Ali ainda podemos descrever o que é nossa idéia de par pefeito e encontro ideal, o que nos excita, como somos, o que estudamos, em que trabalhamos, e todo mais o q fazemos, lemos e até o que comemos!
Mais tributo às aparências, impossível!
Inventamos nick de acordo com nosso humor e mudamos nosso profile como forma de comunicação com nossos visitantes. Hoje, estou sem saco. Amanhã, estou assim, assado. Às vezes até tematizando nosso profile de acordo com o hype da época.
E aí, como somos celebridades que não gostam de invasão de privacidade, começamos a apagar scraps, colocar fotos que n mostrem nosso rosto, retiramos o acusador para q ninguém saiba q nós tbém damos espiadinhas e reclamamos de desconhecidos que "perdem alguma coisa" espiando nossos perfis. Ou achamos graça "daquela pessoa" estar nos vigiando silenciosamente, e a gente descobrir que ainda faz diferença pra ela, de alguma forma.
Eu fico pensando se tudo isso vale a pena. às vezes sinto vontade de ter umas duas comunidades no perfil: aquelas q realmente uso. De deletar algumas pessoas (e já fiz isso umas 2 ou 3 vezes) e ficar só com quem realmente é meu amigo (é, mas o ego diz q vou parecer uma derrotada...eu me preocupo com essas besteiras tbém). Já retirei do meu profile tudo o q eu achava demais. Q ninguém precisava saber, pq eu n estava a procura de ninguém c interesses iguais aos meus ou q admirassem os meus. Não vou add estranhos vindos do além mesmo. Pra q todos precisam saber minhas dicas de filmes, minhas paixões, meus esportes?
Isso pertence a mim, é meu. É conversa de boteco com os amigos. Não é item pra colocar no meu currículo de pessoa bacana.
Claro q cai nessa armadilha. Principalmente no início. TInha um profile gigante, onde vomitava tudo q queria q as pessoas soubessem sobre mim ou pensassem sobre mim. Achava o máximo aquele monte de comunidades de artistas e afins, pq todo mundo saberia q eu n era uma mocinha vazia como a maioria da minha idade. Balela e ilusão. Essa atitude era mais fútil que qualquer outra coisa e, na realidade, só servia pra eu me incomodar. Essa oportunidade q a gente tem de ser celebridade, de ser visto, de fazer poses, ter fãs é apenas um reforço da nossa recente cultura de irrlevância. EU tenho consciência que não estou contribuindo em nada para a humanidade, que não estou realizando nenhuma obra e que sou ordinária como qq outra pessoa. Tudo aquilo é uma ilusão. Sou tão importante quanto a Luciana Gimenez, e minhas particularidades tão interessantes quanto a dos participantes do Big Brother.
Se não é para somar, então é melhor continuar no anonimato. Sem chamar muito a atenção pra mim, pros meus gostos e pra minha pessoa e minha cabeça, enquanto for irrelevante.

E sigo achando graça dos amigos e conhecidos de comunidades que vejo cada dia mais fundo nessas armadilhas....alguns se esforçam quase semanalmente para escrever frases de impacto, colocar fotos "fodas", caçar músicas e poemas sofisticados e "profundos" para enfeitar bastante o seu mundinho, q deve ser bastante sem graça.

Escrito por Pin Up*Rê às 17h20
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03/03/2007


"My name is never was"

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Eu grito, grito grito!!!!! Parece não me ouvir, não me ouvir, não me ouvir....
Não adianta não!
Todos os berros do mundo não fazem eco até você
Está imune, em sua barreira de proteção
Só você, só você, só você
E eu cada vez mais rícula
mais ridiculamente ridícula
No fundo tentando aparecer
tentando me fazer ver
Querendo atenção!
Não vês que sou carente de atenção?
Já chega!
Tanta exposição
Tanta vergonha
Tantas atitudes impensadas...
Agora não valem de nada
Não resta nada senão a patética figura desmiolada
Que grita de raiva
Mas que não atinge.
Que não corta, que não raspa, não esfola
Não faz verbo
Não incomoda nem mesmo como um mosquito a zumbir
E o grito é apenas um muxoxo surdo
Sem explicação
E o ser inabalável apenas para estupefato:
Como alguém pode ser tão estúpido?
Não importa.
Pise na barata e ela não incomoda mais.
E a vida segue seu fluxo
Tudo como sempre foi, tudo como sempre está

E eu, a inútil
A indiferente
A que não faz falta e que não sobra
A que está mas podia não estar
A que cada dia mais se fecha no seu quarto sombrio de solidão
Na sua vida abstraída
Que espera no hall dos que poderiam ter sido e não foram


**Pensando q eu tbém devo sofrer da síndrome de estocolmo**

Escrito por Pin Up*Rê às 15h26
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02/03/2007


Os ogros também amam

E pensando q eu preciso aprender que nem todo mundo é igual a mim. E esses precisam aprender que a recíproca é verdadeira.

Uma amiga me surpreendeu quando disse q eu "arrasava" com ela. Poucos minutos depois, ela me deu uma brochada e eu respondi com um "ai cassete, espera". Aí ela disse algo como "viu? estava toda alegre aki e vem uma pedrada".
Acho que são os ruídos de comunicação. Uma pessoa q interpreta como uma ignorância, algo q pra você só significa "pô, espera" inofensivo. E talvez pra algumas pessoas até dizer "espera aí" seria desagradável, pq elas não entendem que você NÃO está afim naquela hora da mesma maneira q elas estão. Um exemplo disto é o Rafael. Uma vez ele me chamou p/ ver um vídeo, eu n estava afim e disse "não estou afim". Ele ficou chateado. Às vezes a atenção tem q ser exlcusiva (e eu sei q tbém faço isso). Mas enfim, algumas pessoas precisam entender que cada um tem um jeito de ser, o q não significa desconsiderar o sentimento dos outros, desrespeitar.
Eu não gosto muito de tratar cada um de um jeito, pq a máscara sempre cai. Eu sou uma ogra mesmo, uma brutamontes perdida nesse corpo frágil de donzela sorridente. A minha agressividade não é raiva descontada, é só a minha maneira nada fina, nada gentil de falar.
Se existe uma pessoa mais anti-finesse nesse mundo ela se chama Magda e ela é minha amiga..rssss
A moça simplesmente te chama de inferna, de caralha, manda vc se fuder, ir tomar no cu, chama a si mesma de vaca, tudo de ruim é uma "boceta" e por aí a fora. É o jeito dela. Ela não está sendo agressiva com ninguém, eu acho até engraçado. Se vc está enchendo o saco ela mostra logo o dedão e fica tudo por isso mesmo..rss
Em menor grau, tenho vários outros amigos. Q às vezes nem são tão "agressivos", mas entendem que essa suposta "agressividade" é só um jeito correto. E com o tempo, alguns até se liberam...
um exemplo é essa mesma amiga, q reclama de um lado mas, por outro, anda mandando eu ir a merda e cagar no mato, coisa q não ousava fazer antes..rsrssss
Outro, q é maravilhoso é o Rapha. Me lembro da primeira vez q chamei de "bixinha". A resposta (bem humorada) dele pra mim foi: "você pode me chamar de tudo na minha cara, menos de bixinha".
Uns meses depois, numa conversa ele disse "Olha, não conta pra ninguém não, mas acredita q eu estou com saudades de vc?"
E eu "aahhaa eu não acredito..ahaha" E o q ele me respondeu?
"Então foda-se"
Aaahhahaha achei o máximo. Nunca ele tinha sido "tão direto" asism..aahhahahahaa..por isso q amo ser ogra e amo meus amigos ogros! Sensibilidade sim, frescura E hipocrisia NÃO!!!!!!!

*Esse blog não será sério nunca. Na falta de um papel pra ficar escrevendo essas besteiras, eu uso isso aqui. E como sei q ninguém vai ler, eu uso um lado bem menos frequente do que uso na "sociedade"...

Escrito por Pin Up*Rê às 14h40
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Xeu comentar duas coisinhas q estão na minha cabeça...desimportantes!

Uma, é q eu estava me lembrando da minha infância "artística". Me mato de rir em pensar qual foi a primeira música que escrevi, nos idos dos meus 6 anos de idade com uma amiga de 4...rsss. Me lembro do dia em q compomos a música (estávamos no meu quarto, num período pequeno em que eu não dividia o quarto com a minha irmã. Ela tinha ido dormir na minha casa e a gente estava brincando com uma mão de geleca q grudava na parede, enquanto montávamos a música). Me lembro da melodia até hoje, o que me permite cantar a música para quem qusier ouvir..rsss

Acho que não me lembro da letra na íntegra, mas aqui vai:

Sonho Encantado

primeira parte - não lembro..rsrsrrs

refrão:

Sonho encantado da natureza
Sonho encantado da nossa pureza

Do outro lado do mundo há um pote de ouro encantado (coro: encantado)
No nosso peito há um coração cheio de sonhos

No fundo do coração há uma canção dziendo assim:

Para chegar na estrada do sonho encantado
Você precisa ter paz e amor no coração
E ser feliz!

Sonho encantado da natureza
Sonho encantado da nossa pureza (2x)

tum tum tum tum..sonho encantado
tum tum tum tum...sonho encantado
tum tum tum tum...SONHO ENCANTADO!!!!!!

O pior de tudo isso é que eu costumava cantar essa música com uma amiga, Renata, um ano mais velha q eu (e de quem eu não tenho notícias há dois anos- o que me dá um misto de saudade, preocupação e chateação). Eu me lembro do dia em que ela reivindicou a autoria da música..ahahaa...só pq a Nathália era muito pequena e "não canta a música com você"..aahahha..coisa de criança. A gente pensava em gravar uma fita cassete, nossa dupla ia criativamente se chamar "Renata & Renata", e a capa seríamos nós sentadas no pé da palmeirinha que ela tinha na casa dela.
Me lembro do dia em que cantamos (e dançamos) essa música para a empregada da casa dela..ahahahaa...a mocinha JUROU que conhecia essa música, já tinha ouvido "em algum lugar", que não era nossa a música...ahahahahaha

Seguindo a linha, eu tbém costumava cantar um versinho "É da boca do pirão, tem morango e chocolate e brincadeiras de montão"..tbém com meus 5, 6 anos. Inventei no chuveiro, acho que foi de alguma coisa q ouvi e não me lembro o quê.
Essa eu me lembro pq eu, que na época não gostava de uma coleguinha de classe que era muito amiga da minha melhor amiga, a Rosa, falei pra Rosa inventar pra ela(Mariana) que teria uma festa na casa do pirão, "com morango, chocolate e bricnadeiras de montão", só p/ ela não achar pirão nenhum...ahahahaa...e a Rosa, sacana, ainda me disse que falou sim, q ela e seus pais se arrumaram todos...e eu achei o máximo! Ahahahahahaha
Como eu sinto saudades de ser criança. Q época boa, inocente. Muito bom reviver essas coisas na memória.

E uma vez eu ganhei até um prêmio na escola. Primeiro lugar do concurso de poesia do Cael. Foi um prêmio que me surpreendeu pq, com 9 anos, eu sabia que a poesia era uma merda. Eu me lembro como escrevi: A professora chegou e disse que a gente TERIA (ou seja, éramos obrigados) a escrever uma poesia pra ser selecionada pro concurso. Algum amiguinho não queria escrever (e não me admiraria q tivesse sido a Ana Paula, mas não lembro bem) mas a professora foi enfática: TODOS TEM QUE ESCREVER.
Eu enrolei, enrolei, os amiguinhos iam escrevendo e eu sem nenhum saco, nenhuma "inspiração". Quando estava acabando o tempo de entregar, eu resolvi q ia rimar alguams palavras q estavam vindo na cabeça e fazer qq coisa, pra acabar com aquela tortura...rsss
No dia da premiação eu não queria nem ir, pq estava mesmo indiferente àquilo. Quando eu ganhei, nem acreditei. Quando estavam anunciando os ganhadores, eu estava lendo não sei o que, sentava com os pés na cadeira ao lado. Quando disseram meu nome, eu não acreditei. Olhei com arregaladamente e as pessoas mandando eu subir no palco. Fiquei feliz e surpresa. E fui obrigada a encarar o auditório do Cael lotado, para ler em público a poesia. EU LER EM PÚBLICO UMA POESIA (MAL) ESCRITA POR MIM! Tremi e gaguejei feito uma refém...rsssss

A poesia era esta:

Seu Lar

Se o vento leva as ondas do mar
Ele também pode me levar
Para outro mundo, outro lugar
Onde não haja (alguma coisa q escrevi talvez "nem fome e nem frio")
(E mais alguma coisa que rimava)
Onde as pessoam possam ser bem felizes
Bem felizes no seu lar.

Depois disso, gahei o primeiro lugar no concurso de melhor redação, com 14 anos, também no Cael. Foi publicada num livrinho da escola. Nesse dia eu tbém n estava dando nada por mim. ALiás, até hoje eu não dou anda por mim. Quando escrevo algo no Orkut, principalmente se for em comunidade séria, com pessoas bacanas, mais velhas, eu depois nem quero voltar pra ler o que escreveram depois, por medo. Tenho medo de ser ridicularizada, medo de falar bobagens, medo de ser taxada de idiota e superficial. Enfim. O que mais me irritou, neste dia, era q os outros 19 ganhadores iam subindo, ganhando seus livrinhos e eles viam q eu tinha ganho. Então ficavam olhando pra mim, cochichando e rindo. Pode parecer falsa modéstia ou cinismo, mas em NENHUM MOMENTO, eu achei que aquilo fosse bom. Não achei q eu tivesse ganho. Eu achava q o Rodrigo "Barroso" (q ficou em segundo lugar) é que ia ganhar.Eu achava q estavam rindo de mim, q eu era a "coitada" q não tinha ganho nada...eu falei várias vezes pra minha mãe "q saco, essas garotas não param de me olhar"...ai, como eu sou derrotista!

Após isso não participei e nem ganhei nada (sim, só participo se for obrigada). Minha mãe queria q eu entrasse no concurso do Globo para contos, mas "fala sério, né mãe! E eu sei lá escrever um conto". Eu não acredito muito em mim, sei q tem gente melhor por aí...e eu sei escrever OPINATIVAMENTE. Não sei escrever um conto. Nem um textoa cadêmico...estou aprendendo na faculdade muitas coisas, abrindo cabeça pra outras...um dia eu chego lá, já q meu sonho é publicar livros mesmo e viver de atividade intelectual (no Brasil? hohohoh)

Ah, Alanis está no You tube cantando "Clara e Ana"

O trecho que ela canta é este:

"Um coração
De mel, de melão
De sim e de não
É feito um bichinho
No Sol de manhã
Novelo de lã
No ventre da mãe
Bate um coração
De Clara, Ana
E quem mais chegar"

Para assistir: http://www.youtube.com/watch?v=PzFEHJuU0eE

Escrito por Pin Up*Rê às 13h59
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